“Entre todas as criaturas na Criação só o espírito humano tem livre-arbítrio, o qual até hoje ele próprio não pôde esclarecer nem compreender, porque, nos limites estreitos de seu cismar intelectivo, não encontrou nenhum ponto de apoio como prova disso.” (trecho de A Fala do Senhor, vol.1).
A liberdade de decidir foi dada ao espírito humano como algo inseparável e característico. A cada hora são feitas inúmeras escolhas que levam a determinadas consequências. O livre-arbítrio, outorgado ao ser humano, propicia seu amadurecimento e seu desenvolvimento. No entanto, a essa liberdade de escolha está ligada, inseparavelmente, a responsabilidade.
O livre-arbítrio encontra-se hoje parcialmente atado por escolhas feitas anteriormente e pelo predomínio do raciocínio, que limita em cada ser humano a escuta do próprio espírito.
“O livre-arbítrio, que sozinho atua tão incisivamente na verdadeira vida, de modo que se estende para longe no mundo do Além, que imprime seu cunho à alma, sendo capaz de moldá-la, é de espécie totalmente diferente. Muito maior para ser tão terrenal.” (trecho de O ser humano e seu livre-arbítrio, vol.2).