A Terra é a morada provisória dos seres humanos que aqui vem para fortalecer o espírito, mas apegaram-se a ela esquecendo o reino espiritual e a finalidade da vida, tornando-se seres materialistas que vivem em função do intelecto restrito que os afastou de Deus e suas leis. Para restabelecer a ligação, a Divindade desceu à Terra em Jesus, recusado pela humanidade que se defronta com o fim do tempo concedido para a sua evolução.
A indolência mental e espiritual e a aversão à reflexão nos empurram para respostas rasas, incompletas. Analisar e refletir intuitivamente dá trabalho, mas esse trabalho interior é como a santificação das horas de descanso que nos protege da mecanização insensível.
Porque, no fundo, humanizar não é retroceder; é a única forma de evoluir com sentido, buscando caminhos produtivos e realizadores. É o que nos permite não apenas trabalhar, mas viver com inteireza, de corpo e alma. Tudo conspira contra. O grande desafio desta época é seguir em frente, sem deixar de ser verdadeiramente humano.