O eu interior vai desaparecendo em meio à névoa de pensamentos desordenados gerados no cérebro. O intelecto endurece o coração, isto é, insensibiliza as pessoas que se fecham diante de acontecimentos que enternecem o coração; isso pode ser uma música, ou a observação de alguma atitude generosa sem segundas intenções.
Se deixado livre, o intelecto afasta o ser humano de sua essência espiritual, corta a conexão com o ritmo natural da vida.
O eu interior, o verdadeiro eu vivo, não o produzido no intelecto como uma figura que não quer reconhecer que é espírito em peregrinação para poder se fortalecer, reconhece algo especial que não surgiu no cérebro restrito, mas veio de fora e captado pela intuição.