Segundo Abdruschin: “Os gregos, romanos e germanos, por exemplo, viam ainda mais! Sua visão interior ultrapassou a matéria até o enteal situado mais alto. Puderam finalmente, com seu desenvolvimento crescente, ver também os guias dos enteais e dos elementos. Algumas pessoas, por causa de seus dons mais desenvolvidos, até puderam ter um contato mais íntimo com eles, uma vez que, por terem sido criados enteal-conscientes, eles sempre têm algo de análogo com aquela entealidade da qual, igualmente, o ser humano traz uma parte em si, além do espiritual”.
Roselis von Sass concluiu: “Daí resulta que gregos, romanos e germanos descreveram os mesmos guias dos elementos e de tudo o que é enteal, segundo as formas e os conceitos das respectivas concepções de seus ambientes de então. No entanto, eram sempre os mesmos, não obstante algumas variações nas descrições. Mas o real saber acabou sendo distorcido pelos responsáveis pela doutrina da Igreja que, não compreendendo exatamente o conhecimento dos povos considerados pagãos, buscaram uma adaptação para fazer a inserção na nova religião”.
A humanidade se tornou escrava dos erros. “Por isso, despertai! Somente na convicção repousa a verdadeira crença, e a convicção só vem através de exames e análises irrestritas! Sede seres vivos, na maravilhosa Criação de vosso Deus!”. (Abdruschin, Introdução, Na Luz da Verdade Mensagem do Graal).